February 2010
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O Poema Contínuo...
A morte acesa no rosto de mármore, ilumina o silêncio branco. São precisas palavras vivas, obscuras, incendiárias. Palavras como crimes, violência solar flores nos escombros do mito antigo que defendam o mistério complexo e irreal - imaginário. É preciso uma luz que atravesse o chumbo grito de águia que quebre o silêncio para iluminar as veias da revolução. O seu código secreto, escrito a sangue...
Feb 22nd
Auto-Retrato
Se tivesse de escolher uma palavra, seria, perplexidade. Descobri-a muito cedo, numa tarde de praia adolescente, onde um livro me sussurrou a dimensão do céu. De então para cá, tem sido um desfilar de íntimos espantos. Desde muito cedo tive a prova de universos paralelos, até à universidade vivi em 12 escolas diferentes, muitas delas separadas por países de distância, talvez por isso me tenha...
Feb 5th